Tabuas de Pinus para Construção - Pinus Seco e Tratado em Estufa

TABUAS DE PINUS PARA CONSTRUÇÃO

PINUS TRATADO EM ESTUFA E SECO

PINUS TRATADO EM AUTOCLAVE

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PINUS :TABUAS DE PINUS -PRANCHAS DE PINUS PINUS PARA EMBALAGEM E CONSTRUÇÃO

TABUAS DE PINUS


PINUS EM PRANCHAS DE 2" DE ESPESSURA E LARGURA DE 12" ATÉ 2
TABUAS DE PINUS -SARRAFOS DE PINUS
PONTALETES DE PINUS
TABUAS DE 1X 12" - 1X 10 "- 1X 9" - 1X8" - 1X 6"
SARRAFOS 1X4" -1X3" - 1X2"
PONTALETES 7X 7 CM

PINUS:TABUAS DE PINUS - PRANCHAS DE PINUS
tabuas de pinus O uso de do pinus serrado em tabuas , sarrafos , pontaletes e pranchas já não é novidade na construção civil , industria na confecção de embalagens e na industria moveleira.Mas atualmente por questões écologicas conhecidas por todos nós , numa verdadeira batalha para sobrevivência do planeta , o uso de madeiras renováveis como o pinus em seus diversos tipos , como também o eucalipto , passou a ser uma matéria prima obrigatória .Quem é de uma outra geração anterior proxima , lembra ainda da rejeição destas madeiras e uso uso apenas do pinho araucária tão escasso atualmente. A FLORESTA REPRESENTAÇÕES tem como representadas serrarias de pinus elliots , patula e outros com floresta propria.


Série Técnica IPEF, Piracicaba, v.9, n.27, p.56 – 62, Ago.1993.
UTILIZAÇÃO MÚLTIPLA DA MADEIRA DE Pinus caribaea var. hondurensis
PARA PRODUÇÃO DE CELULOSE KRAFT
Francides Gomes da Silva Júnior*
INTRODUÇÃO
A crescente demanda por madeira e seus produtos, notadamente celulose para
produção de papel, aliada à tendência mundial de conservação e preservação dos
ecossistemas naturais lança um desafio à ciência florestal, o qual se constitui no aumento da
produção industrial (madeira serrada, chapas e celulose) com o mínimo de impacto ao
ambiente.
Esse fato, associado aos aspectos econômicos que traz em seu bojo, tem levado as
instituições ligadas ao setor florestal a realizarem pesquisas que permitam aumentar a
produtividade das florestas implantadas, através de métodos de melhoramento genético e
manejo silvicultural.
Dentro desta mesma idéia, as indústrias que utilizam a madeira de reflorestamentos
como matéria prima têm procurado alterar seus sistemas de produção de modo a aumentar o
rendimento dos processos industriais.
Ligando os estudos que vêm sendo realizados para melhorar a produtividade
florestal e o rendimento industrial está a alternativa de uso múltiplo da madeira.
No Brasil, dois gêneros se destacam como fontes de madeira para uso industrial:
Pinus e Eucalyptus.
As características tecnológicas e silviculturais da madeira de Pinus, bem como a
introdução no Brasil de espécies tropicais (notada mente Pinus caribaea) têm promovido
uma alternativa substancial na distribuição geográfica das florestas plantadas com este
gênero. As áreas de plantio, antes restritas à região Sul, têm-se ampliado, atingindo as
regiões Sudeste e Centro-Oeste e algumas áreas das regiões Norte e Nordeste.
Em relação à utilização da madeira de Pinus, sabe-se que esta é matéria-prima
fundamental para várias indústrias de celulose, laminação e serraria.
As características morfológicas e anatômicas das árvores são específicas para cada
tipo de emprego industrial, o que faz com que os métodos de manejo das florestas sejam
diferentes, dificultando, assim, a utilização integral da árvore. Além disso, os processos
industriais não aproveitam completamente a matéria-prima disponível.
De acordo com Mello (1978), citado por ASSINI et alii (1984), o rendimento
normal de uma serraria que trabalha com madeira de coníferas é de 55% a 65%. Carvalho
(1959), também citado por ASSINI et alii (1984), afirma que o desperdício das serrarias em
forma de pó-de-serra situa-se em tomo de 10% e de 25% na forma de costaneiras e aparas.
Em indústrias de laminação que utilizam a madeira de Pinus como fonte de matéria prima,
cerca de 13,6% do volume das toras processadas não são utilizadas devido a limitações do
tomo laminador (AGUIAR, 1984).
Segundo alguns dados estatísticos da SBS - Sociedade Brasileira de Silvicultura
(1990), a produção brasileira de chapas compensadas está em tomo de 1,35 milhões de
metros cúbicos. Aproximadamente 55% deste total é originado de madeira de Pinus. A
* Pós-graduando em Ciência e Tecnologia da Madeira (LCF/ESALQ/USP) – Caixa Postal 9 – 13400-970 –
Piracicaba-SP
Série Técnica IPEF, Piracicaba, v.9, n.27, p.56 – 62, Ago.1993.
mesma fonte informa que no ano de 1987 foram produzidos 1.220.000 metros cúbicos de
madeira serrada de Pinus.
A análise dos dados de produção de madeira serrada de Pinus permite estimar que
ao final desta década a produção anual brasileira chegará a 19.000.000 de metros cúbicos
(SBS - SOCIEDADE BRASilEIRA DE SilVICULTURA, 1990).
Com base na produção anual de madeira serrada e chapas compensadas produzidas
a partir da madeira de Pinus e considerando-se o rendimento dos processos produtivos,
podemos concluir que no Brasil são gerados 1.300.000 m3 de resíduos de Pinus passíveis
de serem utilizados para produção de celulose. Este volume de resíduo corresponde a
aproximadamente 5.000 hectares de florestas plantadas com Pinus com 8 anos de idade.
Corresponde ainda a 546.000 toneladas de madeira, que se utilizadas para produção de
celulose, produziriam em tomo de 245.000 toneladas de celulose de fibra longa não
branqueada, que gerariam cerca de US$135.000.000,00.
Até o final desta década o volume de resíduos de Pinus passíveis de serem
aproveitados para produção de celulose deve chegar a 3.500.000 metros cúbicos, podendo
gerar 660.000 toneladas de celulose de fibra longa não-branqueada, representando
US$363.000.000,00.
Diante do exposto pode-se perceber que uma grande quantidade de matéria-prima é
desperdiçada. A utilização destes resíduos teria como resultado direto um aumento no
rendimento dos processos industriais de produção de celulose e uma redução de custos,
promovendo ainda uma economia de recursos naturais e reduzindo o impacto ao meio
ambiente.
Neste trabalho, procuramos avaliar as características tecnológicas de resíduos de
serraria e laminação de Pinus caribaea var. hondurensis frente ao processo kraft de
produção de celulose.
Os materiais objetos deste estudo foram assim denominados:
8 anos - material de desbaste com 8 anos de idade.
Costaneira - material correspondente às costaneiras (resíduos de serraria).
Miolo - material correspondente ao centro da tora (resíduo de laminação).
Topo - material correspondente ao topo das árvores com 23 anos de idade (diâmetro
compreendido entre 15 e 6 cm).
Fonte:www.ipef.br

CHAPAS DE MADEIRIT


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